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Cheers!


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E agora? Champagne, Espumante ou Frisante?
É chegada a hora de escolher a bebida ideal para o momento de cruzar as taças e celebrar o casamento em grande estilo. Para ajudá-la a entender a diferença entre os títulos acima e, consequentemente, facilitar a seleção da bebida, algumas informações relevantes devem ser consideradas.
Champagne, Espumante e Frisante são variações de vinhos que diferem entre si quanto a origem das uvas utilizadas, as áreas geográficas onde estas uvas são cultivadas e ao método de produção (vinificação). As pequenas e persistentes borbulhas de gás carbônico (perlage), presentes no champagne e no espumante, resultam da dupla fermentação a que são submetidos.
Champagne é uma denominação que só pode ser aplicada aos vinhos espumantes produzidos na França, em uma região a 150 km de Paris, com perfeitas condições – solo e clima – para a produção deste tipo de vinho e tradição de séculos de aperfeiçoamento do produto. A região em questão é denominada Champagne e as uvas utilizadas na elaboração de um espumante de qualidade – Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay – são cultivadas nesta região.

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O vinho espumante elaborado fora da região de Champagne, somente pode ter o nome de espumante, porque a França adquiriu um direito que conserva a eles a propriedade deste nome – champagne. Da mesma forma, vinhos espumantes produzidos em outras regiões e com métodos diferentes têm nomes diferentes também. A Espanha tem a “Cava”, a Itália os espumantes “Asti” e “Prosecco”, a Alemanha o “Sekt”, e por aí vai. E o Brasil não fica para trás. Poucos brasileiros sabem que as características do solo e do clima do sul do país são perfeitas para a produção de espumantes. Nosso espumante é respeitado por renomados enólogos da própria região de Champagne, que o consideram o segundo melhor do mundo!

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Brancos ou rosés, os vinhos espumantes, incluindo o champagne, podem ter seis classificações conforme o teor de açúcar adicionado para a segunda fermentação: Doux (Doce), Demi-Sec (Meio-seco), Sec (Seco), Extra-Sec (Extra-seco), Brut (Bruto) e Extra-Brut (Extra-bruto). Devido às sutis diferenças de paladar, os mais fabricados e vendidos são o Demi-Sec e o Brut.
Os frisantes também são vinhos que apresentam gás carbônico em sua composição; porém, em menor quantidade e inseridos artificialmente, semelhante ao processo realizado em refrigerantes. Branco ou tinto, o frisante mais consumido é o Lambrusco, produzido na Itália, em virtude do preço acessível, do baixo teor alcóolico e alta concentração de açúcar e ideais para serem servidos gelados.

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A escolha do tipo de vinho – champagne, espumante ou frisante – depende da ocasião e da disponibilidade financeira. Champagnes e Proseccos são altamente recomendados para grandes celebrações como casamentos, bodas e Reveillon, ocasiões em que se queira oferecer um produto de qualidade diferenciada fornecendo maior requinte ao evento. Frisantes e Espumantes nacionais são excelentes opções para celebrar com qualidade, porém a preços mais acessíveis.
Garrafas de champagne como Dom Pérignon Brut (750ml), Veuve Clicquot Brut (750 ml) e Moët Impérial Brut (750ml) custam em média, R$700,00, R$200,00 e R$195,00, respectivamente. Prosecco Villa Sandi Valdobbiadene (750ml) e Lambrusco Cavicchioli Dell Emilia (750ml) são vendidos a R$55,00 e R$20,00, respectivamente . Espumantes nacionais de excelente qualidade como Miolo Brut (750ml), Salton Brut (750ml) e Terranova Brut (750ml) podem ser encontrados a R$35,00, R$20,00 e R$25,00.
Mais importante do que qualquer coisa, na hora da escolha da bebida para o brinde, opte por uma marca de qualidade que caiba no orçamento do casal para que a celebração do casamento não seja marcada pelo excesso de dívidas, certo?

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Fotos: Vinicius Matos

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